
Sylvia Orthof nasceu no Rio de Janeiro, em 3 de setembro de 1932, de pais austríacos. Começou a atuar no teatro aos quinze anos, na Escola de Arte Dramática do Teatro do Estudante. Morou dois anos em Paris, onde fez um curso de mímica com Marcel Marceau. Tempos depois, mudou-se para São Paulo e começou a atuar no Teatro Brasileiro de Comédia e na TV Record que, na época, apresentava telepeças ao vivo.
Novamente de mudança, dessa vez para uma pequena aldeia de pescadores chamada Nova Viçosa, no sul da Bahia, passa a desenvolver com crianças um teatro de bonecos confeccionados com os meios de que dispunha: sabugo de milho, palha, entre outros. Esse contato com as crianças proporciona a Sylvia a descoberta do teatro infantil.
De Nova Viçosa muda-se para Brasília, onde leciona teatro na universidade e monta um teatro universitário. Volta, então, definitivamente ao Rio de Janeiro e continua sua carreira de diretora e escritora. Começa a criar histórias para a revista Recreio e não pára mais. Publica muitos livros e ganha vários prêmios. Sylvia faleceu em 1997, em Petrópolis (RJ), onde morava nos últimos anos de vida.
Conta a história de Nadí, uma menina negra, pobre que não se aceita. Ela tenta esconder o cabelo, o corpo, tenta se enturmar com meninos na rua, mas nunca consegue. Todos batem nela, então ela vai para a rua e foi para o ponto de ônibus. A mulher que estava lá, nem ligou para Nadí, o ônibus dela chegou e foi embora. Mas, chegou uma mulher que sentou do lado de Nadí e começou a se maquiar. Perguntou se Nadí queria passar, e aceitou. Começaram a conversar, se conhecem. O nome da mulher é Lara. Lara vai comprar um boné rosa para Nadí que adora. Chega o ônibus de Lara, e Nadí pergunta:
- Você pode voltar aqui amanhã?
Lara não responde. Então, Nadí aprendeu a se gostar do jeitinho que ela bem é por dentro e por fora.
ELENCO
Nadiézia F. Apolinário
Laila Pires
Rodger Rogério
Matheus Lima
EQUIPE TÉCNICA:
Direção e Roteiro: Déo Cardoso
Produção Executiva: Tamylka Viana
Direção de Produção: Liana Barros
Som direto: Yures Viana
Mixagem: Érico Paiva “Sapão”.
Diretor de Fotografia: Alex Meira
Diretora de Arte: Emilena Cardoso e Fabrícia Gois
Maquinário e Eletrica: Geraldo Chocolate, Assis Cará, “Nobala” e “Little Rock”.
Conta a história de uma garota - Maria - que sofre bulling, racismo, a descriminação porque é branca e a escola dela é toda de negros. Maria, tem uma melhor amiga, Júlia, que também é negra. Na escola dela, está tendo uma eleição para escolher a Miss Festa Junina daquele ano. Tem uma menina na sua escola, a Sueli, que é negra e todos os meninos babam por ela. Mas só que depois de um tempo, várias pessoas começaram a apoiá-la. Maria começa a ser muito feliz com essa sua ajuda. Mas Sueli irritada por causa da concorrência, rasga, amassa todos os cartazes da Maria. No dia da eleição, Maria ganhou vários votos, mas Sueli ganhou como sempre ganha.
Mesmo perdendo, Maria finalmente a ser feliz, pois realizou seu sonho de ter vários votos e ganhou vários outros amigos.
Gênero: Ficcional Educativo
Duração: 24 min
País: Brasil
Lançamento: 2003
FICHA TÉCNICA
Direção: Joel Zito Araújo
Argumento: Maria Aparecida Bento
Coordenação geral: Hédio Silva Jr.
Roteiro: Joel Zito Araújo & Dandara
Patrocínio: CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades.
ELENCO
Bruna Bonéo
Thuanny Costa
Samira Carvalho
Abayomi Oliveira
Annete Moreira
Marcio Julião
Ana Paulo Mendonça
Gabriel Mota
Maria Ceiça
Bukassa Kabengele
Ailton Graça
"O Menino do Dedo Verde", de Maurice Druon, tornou-se um clássico da literatura para crianças e jovens em todo o mundo, e permanece atual há três décadas. Esta fábula trata de questões relacionadas com os conceitos de convívio social, ética e cidadania, e foi pioneira ao abordar o tema ecologia.
Um pouco da história do livro:
Era uma vez Tistu...Um menino diferente de todo mundo. Com uma vidinha inteiramente sua, o pequeno de olhos azuis e cabelos loiros deixava impressões digitais que suscitavam o reverdecimento e a alegria. As proezas de seu dedo verde eram originais e um segredo entre ele e o velho jardineiro, Bigode, para quem seu polegar era invisível e seu talento, oculto, um dom do céu. Até o final surpreendente e singelo.
Essa história começa no Oceano Atlântico, onde vivia uma gota que era muito solitária e que se chamava Burney. Sempre procurava amigas para se divertir um pouco. Um dia, Burney, evaporou e foi para as nuvens, onde gostou muito. Mas depois de alguns dias, começou a chover forte, e onde Burney caiu estava muito frio, mais muito frio mesmo, e então:
- Aaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!
Então, ela estava no polo Norte. Ela teve uma radical transformação de estado líquido para sólido. Mas depois, começou a ficar quente, mas muito quente mesmo, e ela acabou evaporando novamente. E depois, teve uma longa chuva, que acabou colocando Burney, depois de uma grande aventura, no mesmo lugar onde tudo começou.
!!!!FIM!!!!
Maurice Druon nasceu em Paris em 23 de Abril de 1918. Licenciado em Ciências Políticas, vê-se forçado, durante a Segunda Guerra Mundial, a fugir através de Espanha e Portugal para se juntar às fileiras da Resistência francesa em Londres.
Foi autor, com o seu tio, Joseph Kessel, da letra do célebre Chant dês Partisans (1943). Acabada a guerra, dedica-se completamente à escrita, iniciando uma carreira como romancista, ensaísta e historiador, reconhecida com prêmios como o Goncourt (1948), o Pierre de Mónaco ou o Sint-Simon.
Na sua longa tragetória, Maurice Druon foi membro do Conselho Franco-Britânico, ministro da Cultura e secretário perpétuo da Academia Francesa. Celebrizou-se com Os Reis Malditos (Les Rois Maudits), uma série de sete romances históricos que estão traduzidos em todo o mundo e que agora chega a Portugal pela primeira vez. O Rei de Ferro é o primeiro volume desta série que a Gótica publicará ao longo dos próximos dois anos.
Partida
Nós, alunos dos 6ºanos, saímos do colégio por volta das 8:00 da manhã de uma terça-feira (01/10/2013), com o destino à Cordisburgo. Eram dois ônibus: um tradicional e um micro-ônibus. Os professores que foram: Cristina, Vicente, Maria de Lourdes e Irmã Nelize.
Caminho
A viagem durou mais ou menos 2h. Dentro do ônibus, ficamos ouvindo música, cantando, conversando, fazendo piadas e... nos divertindo muito. Os professores estavam participando de toda a brincadeira. Foi muito divertido!!!
Gruta do Maquiné
A Gruta foi descoberta em 1825 pelo fazendeiro Joaquim Maria do Maquiné. Dentro da gruta (nos salões), vários animais de pedra, (inclusive em um salão, tinha um animal 2 em 1, uma coruja e um boi). Para os visitantes conhecerem a gruta, todo o percurso foi acompanhado por um guia. Vimos que durante toda a gruta, a ação das águas sobre as rochas vão se desgastando e formando estalactites, estalagmites, colunas, cortinas. Na gruta, existe apenas uma pintura rupestre. A gruta possui sete salões explorados:
- Vestíbulo;
- Salão das Colunas;
- Salão do Trono, o segundo maior;
- Salão do Carneiro;
- Salão das Piscinas;
- Salão das Fadas;
- Salão Dr. Lund, o maior de todos os salões;
Museu Casa Guimarães Rosa
Foi inaugurado em 30 de março de 1974, na casa onde nasceu o escritor e passou sua infância em Cordisburgo, cenário de experiências que irão servir da matéria-prima para a sua obra. Concebido como centro de referência da vida e obra do escritor, o Museu preserva um acervo de vários objetos, composto de registros de sua vida profissional como médico e diplomata, objetos de uso pessoal, vestuário, utensílios domésticos, mobiliário e fragmentos do universo rural descrito por Rosa, a exemplo de objetos de montaria e relacionados à atividade pecuária.
Esse Museu Casa é super simples e fica na mini cidade mineira, Cordisburgo.O lugar é muito bem cuidado, todo organizado como antigamente era a casa do escritor.
A parte da frente é toda colonial. Tudo levando em consideração a arquitetura e decoração reais da casa. Tudo lá era de Guimarães Rosa, seus utensílios, roupas e móveis.
Grupo Miguilins
O grupo de estórias Miguilins, foi criado em 1996, com o objetivo de contar e mostrar a vida e as obras de Guimararães Rosa.
