Valéria está num dilema. Sua turma do colégio resolveu encenar uma peça teatral para a moçada da idade deles, e ela acabou revelando que está escrevendo um diário íntimo. Ramiro diretor do espetáculo, acha que seria muito interessante uma peça que falasse da vida deles, tal e qual. E agora? Será que Valéria abre seu diário e deixa que todos saibam o que ela pensa?
Sua amiga Lila não iria gostar nada nada de saber certas coisas... Mas essa história ainda vai passar por muitas reviravoltas, para no final a turma acabar encenando uma peça muito legal que fala deles mesmos e também de todos o jovens do Brasil
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Livro "Pequenas Histórias da Guerra e da Paz'
Há mais ou menos uns cinqüenta conflitos acontecendo no mundo hoje - guerras entre países ou guerras civis. A violência organizada existe em todas as sociedades. E a paz? Na verdade, a paz é vivida todos os dias, com seus conflitos miúdos, preocupações e monótona reafirmação. Não é uma história tão excitante quanto a da guerra, com bombas e mortes. Mas, e se a paz for mesmo algo diferente?
Resumo do livro Sempre Haverá um Amanhã
Daniel e Samanta, um casal cujas diferenças de temperamento e comportamento são grandes, têm dois filhos e tentam uma terceira gravidez. Nasce Mahara, uma menina com retardo mental. Daniel, o narrador-personagem, conta todos os seus medos e conflitos, a partir daí. Trata também do seu imenso amor pela filha e as lutas que ele, a mulher e os filhos enfrentam devido aos preconceitos das pessoas,e até mesmo das escolas. Mahara torna-se uma garota encantadora, mas seu futuro é a grande preocupação de Daniel e Samanta. Por fim, encontrar outros pais com problemas semelhantes é uma forma de ter mais força, bem como constituir ações sociais através das quais seus filhos sejam tratados como cidadãos.
Sempre haverá um amanhã é uma pungente história de um pai e seu amor por uma filha com retardo mental. Todo o enredo é construído na direção de vários contra-pontos: os pais da garota e suas diferenças; Mahara e as outras crianças “normais”; Mahara e os irmãos “saudáveis”. Nessa tessitura cabem tanto a ficção quanto a realidade, por isto, ao mesmo tempo que o leitor se sensibiliza com a trajetória de Mahara, é informado sobre as lutas que alguns setores da sociedade vêm fazendo para garantir os direitos civis dessas pessoas diferentes mas não desiguais.
Sempre haverá um amanhã é uma pungente história de um pai e seu amor por uma filha com retardo mental. Todo o enredo é construído na direção de vários contra-pontos: os pais da garota e suas diferenças; Mahara e as outras crianças “normais”; Mahara e os irmãos “saudáveis”. Nessa tessitura cabem tanto a ficção quanto a realidade, por isto, ao mesmo tempo que o leitor se sensibiliza com a trajetória de Mahara, é informado sobre as lutas que alguns setores da sociedade vêm fazendo para garantir os direitos civis dessas pessoas diferentes mas não desiguais.
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Biografia de Sylvia Orthof
Sylvia Orthof nasceu no Rio de Janeiro, em 3 de setembro de 1932, de pais austríacos. Começou a atuar no teatro aos quinze anos, na Escola de Arte Dramática do Teatro do Estudante. Morou dois anos em Paris, onde fez um curso de mímica com Marcel Marceau. Tempos depois, mudou-se para São Paulo e começou a atuar no Teatro Brasileiro de Comédia e na TV Record que, na época, apresentava telepeças ao vivo.
Novamente de mudança, dessa vez para uma pequena aldeia de pescadores chamada Nova Viçosa, no sul da Bahia, passa a desenvolver com crianças um teatro de bonecos confeccionados com os meios de que dispunha: sabugo de milho, palha, entre outros. Esse contato com as crianças proporciona a Sylvia a descoberta do teatro infantil.
De Nova Viçosa muda-se para Brasília, onde leciona teatro na universidade e monta um teatro universitário. Volta, então, definitivamente ao Rio de Janeiro e continua sua carreira de diretora e escritora. Começa a criar histórias para a revista Recreio e não pára mais. Publica muitos livros e ganha vários prêmios. Sylvia faleceu em 1997, em Petrópolis (RJ), onde morava nos últimos anos de vida.
Resumo do filme: Pode me chamar de Nadí
Conta a história de Nadí, uma menina negra, pobre que não se aceita. Ela tenta esconder o cabelo, o corpo, tenta se enturmar com meninos na rua, mas nunca consegue. Todos batem nela, então ela vai para a rua e foi para o ponto de ônibus. A mulher que estava lá, nem ligou para Nadí, o ônibus dela chegou e foi embora. Mas, chegou uma mulher que sentou do lado de Nadí e começou a se maquiar. Perguntou se Nadí queria passar, e aceitou. Começaram a conversar, se conhecem. O nome da mulher é Lara. Lara vai comprar um boné rosa para Nadí que adora. Chega o ônibus de Lara, e Nadí pergunta:
- Você pode voltar aqui amanhã?
Lara não responde. Então, Nadí aprendeu a se gostar do jeitinho que ela bem é por dentro e por fora.
ELENCO
Nadiézia F. Apolinário
Laila Pires
Rodger Rogério
Matheus Lima
EQUIPE TÉCNICA:
Direção e Roteiro: Déo Cardoso
Produção Executiva: Tamylka Viana
Direção de Produção: Liana Barros
Som direto: Yures Viana
Mixagem: Érico Paiva “Sapão”.
Diretor de Fotografia: Alex Meira
Diretora de Arte: Emilena Cardoso e Fabrícia Gois
Maquinário e Eletrica: Geraldo Chocolate, Assis Cará, “Nobala” e “Little Rock”.
Resumo do filme: Vista minha pele.
Conta a história de uma garota - Maria - que sofre bulling, racismo, a descriminação porque é branca e a escola dela é toda de negros. Maria, tem uma melhor amiga, Júlia, que também é negra. Na escola dela, está tendo uma eleição para escolher a Miss Festa Junina daquele ano. Tem uma menina na sua escola, a Sueli, que é negra e todos os meninos babam por ela. Mas só que depois de um tempo, várias pessoas começaram a apoiá-la. Maria começa a ser muito feliz com essa sua ajuda. Mas Sueli irritada por causa da concorrência, rasga, amassa todos os cartazes da Maria. No dia da eleição, Maria ganhou vários votos, mas Sueli ganhou como sempre ganha.
Mesmo perdendo, Maria finalmente a ser feliz, pois realizou seu sonho de ter vários votos e ganhou vários outros amigos.
Gênero: Ficcional Educativo
Duração: 24 min
País: Brasil
Lançamento: 2003
FICHA TÉCNICA
Direção: Joel Zito Araújo
Argumento: Maria Aparecida Bento
Coordenação geral: Hédio Silva Jr.
Roteiro: Joel Zito Araújo & Dandara
Patrocínio: CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades.
ELENCO
Bruna Bonéo
Thuanny Costa
Samira Carvalho
Abayomi Oliveira
Annete Moreira
Marcio Julião
Ana Paulo Mendonça
Gabriel Mota
Maria Ceiça
Bukassa Kabengele
Ailton Graça
Mesmo perdendo, Maria finalmente a ser feliz, pois realizou seu sonho de ter vários votos e ganhou vários outros amigos.
Gênero: Ficcional Educativo
País: Brasil
Lançamento: 2003
FICHA TÉCNICA
Direção: Joel Zito Araújo
Argumento: Maria Aparecida Bento
Coordenação geral: Hédio Silva Jr.
Patrocínio: CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades.
ELENCO
Bruna Bonéo
Thuanny Costa
Samira Carvalho
Abayomi Oliveira
Annete Moreira
Marcio Julião
Ana Paulo Mendonça
Gabriel Mota
Maria Ceiça
Bukassa Kabengele
Ailton Graça
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Livro "O Menino do Dedo Verde"
"O Menino do Dedo Verde", de Maurice Druon, tornou-se um clássico da literatura para crianças e jovens em todo o mundo, e permanece atual há três décadas. Esta fábula trata de questões relacionadas com os conceitos de convívio social, ética e cidadania, e foi pioneira ao abordar o tema ecologia.
Um pouco da história do livro:
Era uma vez Tistu...Um menino diferente de todo mundo. Com uma vidinha inteiramente sua, o pequeno de olhos azuis e cabelos loiros deixava impressões digitais que suscitavam o reverdecimento e a alegria. As proezas de seu dedo verde eram originais e um segredo entre ele e o velho jardineiro, Bigode, para quem seu polegar era invisível e seu talento, oculto, um dom do céu. Até o final surpreendente e singelo.
Assinar:
Postagens (Atom)