Hoje em dia, as crianças querem apenas fazer os seus deveres de casa, estudarem para as provas, rapidamente para depois... caírem na brincadeira com os amigos, na rua ou em outros lugares.
Eu acho que quem controla a brincadeira é a criança, pois o brinquedo realiza na maioria das vezes, apenas uma tarefa, e a criança com o tempo, cansa do brinquedo. Já a criança, cria a brincadeira, ela faz as regras do jogo na hora, com a ajuda dos amigos, dos pais e de outras pessoas que estão com elas na hora da invenção.
A empresa Gessy Lever, quer promover um dos seus produtos, o sabão em pó Omo. Um dia, dois amigos foram passear na rua a pé e, viram alguns meninos jogando bola no campinho e tiveram vontade de ir jogar com eles e foram. Estavam com blusas brancas e sujaram muito. Quando voltaram para suas casas, suas mães ficaram desesperadas com tanta sujeira, e um dos meninos disse:
- Mamãe, você já viu aquela propaganda do sabão em pó Omo? Limpa toda a sujeira em apenas uma lavagem. Teste!
A mãe usou, retirou toda a sujeira e as blusas ficaram branquinhas. Use você também!
África do Sul, primeira metade do século XX. P.K. é um menino inglês, que cresceu em uma fazenda do interior, sendo criado por sua mãe viúva e por uma babá zulu. Quando sua mãe fica doente, o garoto é enviado para um colégio interno, onde passa a ser perseguido pelos colegas. P.K. consegue sobreviver à esses anos de bullyng e vai viver com seu avô. Ele conhece Doc, um prisioneiro alemão que o ensina a tocar piano e Geel Piet, um gentil prisioneiro que o apresenta à arte do boxe. Aos 18 anos de idade P.K. se cansa de tanta injustiça e se levanta como uma ativista anti-apartheid. Sua luta contra o regime de segregação racial na África do Sul fica confusa quando ele se apaixona por Maria, a filha de um líder racista.
Diretor:
John G. Avildsen
Atores e Atrizes:
John Gielgud (Personagem: St. John)
Armin Mueller-Stahl (Personagem: Doc)
Morgan Freeman (Personagem: Geel Piet)
Stephen Dorff (Personagem: P.K.)
Daniel Craig (Personagem: Sergent Botha)
Marius Weyers (Personagem: Prof. Daniel Marais)
Produtor:
Arnon Milchan
Equipe Técnica:
Compositor: Hans Zimmer
Diretor de fotografia: Dean Semler
Montador: John G. Avildsen
Valéria está num dilema. Sua turma do colégio resolveu encenar uma peça teatral para a moçada da idade deles, e ela acabou revelando que está escrevendo um diário íntimo. Ramiro diretor do espetáculo, acha que seria muito interessante uma peça que falasse da vida deles, tal e qual. E agora? Será que Valéria abre seu diário e deixa que todos saibam o que ela pensa?
Sua amiga Lila não iria gostar nada nada de saber certas coisas... Mas essa história ainda vai passar por muitas reviravoltas, para no final a turma acabar encenando uma peça muito legal que fala deles mesmos e também de todos o jovens do Brasil
Há mais ou menos uns cinqüenta conflitos acontecendo no mundo hoje - guerras entre países ou guerras civis. A violência organizada existe em todas as sociedades. E a paz? Na verdade, a paz é vivida todos os dias, com seus conflitos miúdos, preocupações e monótona reafirmação. Não é uma história tão excitante quanto a da guerra, com bombas e mortes. Mas, e se a paz for mesmo algo diferente?
Daniel e Samanta, um casal cujas diferenças de temperamento e comportamento são grandes, têm dois filhos e tentam uma terceira gravidez. Nasce Mahara, uma menina com retardo mental. Daniel, o narrador-personagem, conta todos os seus medos e conflitos, a partir daí. Trata também do seu imenso amor pela filha e as lutas que ele, a mulher e os filhos enfrentam devido aos preconceitos das pessoas,e até mesmo das escolas. Mahara torna-se uma garota encantadora, mas seu futuro é a grande preocupação de Daniel e Samanta. Por fim, encontrar outros pais com problemas semelhantes é uma forma de ter mais força, bem como constituir ações sociais através das quais seus filhos sejam tratados como cidadãos.
Sempre haverá um amanhã é uma pungente história de um pai e seu amor por uma filha com retardo mental. Todo o enredo é construído na direção de vários contra-pontos: os pais da garota e suas diferenças; Mahara e as outras crianças “normais”; Mahara e os irmãos “saudáveis”. Nessa tessitura cabem tanto a ficção quanto a realidade, por isto, ao mesmo tempo que o leitor se sensibiliza com a trajetória de Mahara, é informado sobre as lutas que alguns setores da sociedade vêm fazendo para garantir os direitos civis dessas pessoas diferentes mas não desiguais.

Sylvia Orthof nasceu no Rio de Janeiro, em 3 de setembro de 1932, de pais austríacos. Começou a atuar no teatro aos quinze anos, na Escola de Arte Dramática do Teatro do Estudante. Morou dois anos em Paris, onde fez um curso de mímica com Marcel Marceau. Tempos depois, mudou-se para São Paulo e começou a atuar no Teatro Brasileiro de Comédia e na TV Record que, na época, apresentava telepeças ao vivo.
Novamente de mudança, dessa vez para uma pequena aldeia de pescadores chamada Nova Viçosa, no sul da Bahia, passa a desenvolver com crianças um teatro de bonecos confeccionados com os meios de que dispunha: sabugo de milho, palha, entre outros. Esse contato com as crianças proporciona a Sylvia a descoberta do teatro infantil.
De Nova Viçosa muda-se para Brasília, onde leciona teatro na universidade e monta um teatro universitário. Volta, então, definitivamente ao Rio de Janeiro e continua sua carreira de diretora e escritora. Começa a criar histórias para a revista Recreio e não pára mais. Publica muitos livros e ganha vários prêmios. Sylvia faleceu em 1997, em Petrópolis (RJ), onde morava nos últimos anos de vida.
Conta a história de Nadí, uma menina negra, pobre que não se aceita. Ela tenta esconder o cabelo, o corpo, tenta se enturmar com meninos na rua, mas nunca consegue. Todos batem nela, então ela vai para a rua e foi para o ponto de ônibus. A mulher que estava lá, nem ligou para Nadí, o ônibus dela chegou e foi embora. Mas, chegou uma mulher que sentou do lado de Nadí e começou a se maquiar. Perguntou se Nadí queria passar, e aceitou. Começaram a conversar, se conhecem. O nome da mulher é Lara. Lara vai comprar um boné rosa para Nadí que adora. Chega o ônibus de Lara, e Nadí pergunta:
- Você pode voltar aqui amanhã?
Lara não responde. Então, Nadí aprendeu a se gostar do jeitinho que ela bem é por dentro e por fora.
ELENCO
Nadiézia F. Apolinário
Laila Pires
Rodger Rogério
Matheus Lima
EQUIPE TÉCNICA:
Direção e Roteiro: Déo Cardoso
Produção Executiva: Tamylka Viana
Direção de Produção: Liana Barros
Som direto: Yures Viana
Mixagem: Érico Paiva “Sapão”.
Diretor de Fotografia: Alex Meira
Diretora de Arte: Emilena Cardoso e Fabrícia Gois
Maquinário e Eletrica: Geraldo Chocolate, Assis Cará, “Nobala” e “Little Rock”.